Songs In The Key Of Life é um álbum de Stevie Wonder, lançado em 1976 que levou mais de dois anos da concepção ao lançamento, e hoje é considerado como um dos melhores e mais criativos momentos da carreira de mais de quarenta anos do artista. Lançado em 9 de outubro, a produção foi campeã de vendas no mundo todo. Ela entrou em primeiro lugar na parada de álbuns da Billboard, e lá permaneceu por 14 semanas, além de continuar no Top 40 por um total de 44 semanas. No Reino Unido, o disco chegou a número 2, e se manteve nas paradas por mais de um ano.
Este incrível sucesso de vendas se consolidou quando Stevie Wonder ganhou, em 1976, o Grammy de Melhor performance vocal masculina e o de melhor álbum do ano. "Songs in the Key of Life foi um nome que tirei de um sonho que tive", diz Stevie Wonder. "Representa a singularidade do momento". Para os fãs que querem conhecer mais a fundo a história desse álbum, Classic Albums é um ótimo documentário que traz todos os passos de sua concepção e as repercussões surgidas com seu lançamento. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame
Versão Original vinyl
Side one
"Love's in Need of Love Today" (Wonder) – 7:06
Eddie "Bongo" Brown—collinga
All other instruments—Stevie Wonder
"Have a Talk with God" (Calvin Hardaway, Wonder) – 2:42
All instruments—Stevie Wonder
"Village Ghetto Land" (Gary Byrd, Wonder) – 3:25
All instruments—Stevie Wonder
"Contusion" (Wonder) – 3:46
Mike Sembello—lead guitar
Raymond Pounds—drums
Nathan Watts—bass
Ben Bridges—rhythm guitar
Greg Phillinganes—keyboard
All other instruments—Stevie Wonder
Michael Gray, Josie James, Shirley Brewer, Artece May—Vocals
Nevermind é o segundo álbum de estúdio da banda norte-americana Nirvana, lançado em 1991. Assim que foi lançado, conquistou aclamação da crítica e sucesso de público, vendendo em torno de 30 milhões, 11,5 milhões nos Estados Unidos segundo a RIAA. Este álbum consagrou o Nirvana no mundo todo, famoso pela sua variada sonoridade e principalmente pela sua capa, com uma foto do bebê Spencer Elden nadando atrás de uma nota de 1 dólar presa num anzol, eleita pela revista Rolling Stone como a melhor capa de todos os tempos. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame, ficando na 10ª colação, sendo o unico álbum da década de 90, no Top 10.
Mesmo lançado há 20 anos, Nevermind ainda continua sendo um dos trabalhos mais influentes do cenário musical. Recentemente, o canal de TV norte-americano VH1, elegeu Nevermind como o segundo melhor álbum de rock da história, apenas atrás de Revolver, dos Beatles.
Antecedentes
Nirvana foi uma banda de Aberdeen, Washington, formada por Kurt Cobain e Krist Novoselic, que assinou contrato com a gravadora independente de Seattle, a Sub Pop. O grupo lançou seu álbum de estreia, Bleach, em 1989, com Chad Channing na bateria. Entretanto, Channing saiu do Nirvana em 1990 e a banda foi em busca de um baterista permanente. Durante um show da banda de hardcore punk Scream, o baterista do grupo, Dave Grohl, impressionou Novoselic e Cobain. Quando Scream inesperadamente acabou, Grohl contatou Novoselic, fez o seu caminho para Seattle e foi logo convidado para integrar a banda. Novoselic disse no retrospecto que quando Grohl entrou para a banda, tudo "caiu no local".
Um ano antes de Nevermind ter sido editado, o som de Seattle já havia sido descoberto e três dos melhores grupos da cena grunge (Mother Bone Love, Alice in Chains e Soundgarden) já estavam contratados pelas grandes gravadoras que passaram a sondar o Nirvana com boas propostas. Graças a Kim Gordon, baixista do Sonic Youth, a Geffen levou a melhor; Gordon recomendou o Nirvana a Mark Kates, diretor do selo, levando-o a assistir alguns shows que o Nirvana fez, abrindo concertos do Sonic Youth. Com a aproximação pessoal, Kates conseguiu contratar o Nirvana com uma proposta bem mais modesta, US$ 287 mil adiantados, contra US$ 1 milhão, feita pela Capitol. Dave Grohl, vindo da banda hard-core Scream, de Washington, DC, substituiu Chad Channing, pondo fim à ciranda de bateristas na história do Nirvana. Nevermind foi gravado no Sound City Studios de Los Angeles, com produção de Butch Vig.
Lançamento
Nevermind foi lançado em 24 de setembro de 1991. As lojas de discos americanas receberam um carregamento inicial de 46,251 cópias, Enquanto 35,000 cópias foram embarcadas no Reino Unido, onde Bleach tinha sido bem sucedido. O single líder "Smells Like Teen Spirit" tinha sido lançado no dia 10 de setembro com a intenção de ser um corte de construção de base entre os fãs de rock alternativo, enquanto o próximo single, "Come As You Are", seria a canção que possivelmente angariasse mais atenção. A banda partiu para uma pequena turnê americana quatro dias antes da data de lançamento para apoiar o álbum. A Geffen Records esperava que Nevermind vendesse por volta de 250,000 cópias, que era o mesmo nível que a gravadora tinha conseguido com a estreia do Sonic Youth da Geffen, Goo.A melhor estimativa era de que se todos os envolvidos trabalhassem duro, a gravação poderia ser certificada Ouro em setembro de 1992.
Em 2011, foi lançada uma edição remasterizada de Nevermind, em comemoração aos 20 anos do álbum.
Influências
O grande sucesso do álbum e do compacto do Nirvana abriu as portas para outras bandas de Seattle - aconteceu uma verdadeira corrida das grandes gavadoras para contratar os grupos de rock grunge, resultando numa onda renovadora, alterando os rumos do velho rock. Não é por acaso que alguns dos mais famosos álbuns dos anos 90 tiveram origem em Seattle, como Ten e VS do Pearl Jam, Superunknown e Badmotorfinger do Soundgarden, Dirt do Alice In Chains, além dos discos do próprio Nirvana.
Faixas do Disco
Nº
Música
Letra
Duração
01.
Smells Like Teen Spirit
Dave Grohl / Krist Novoselic / Kurt Cobain
05:01
02.
In Bloom
Kurt Cobain
04:14
03.
Come as You Are
Kurt Cobain
03:39
04.
Breed
Kurt Cobain
03:03
05.
Lithium
Kurt Cobain
04:17
06.
Polly
Kurt Cobain
02:57
07.
Territorial Pissings
Kurt Cobain
02:22
08.
Drain You
Kurt Cobain
03:43
09.
Lounge Act
Kurt Cobain
02:36
10.
Stay Away
Kurt Cobain
03:32
11.
On a Plain
Kurt Cobain
03:16
12.
Something in the Way
Kurt Cobain
03:55
Notas
"Something in the Way" contém a faixa oculta "Endless, Nameless" em algumas cópias de gravação.
Algumas cópias do CD contêm como faixa-surpresa (não creditada no álbum) a canção Endless Nameless, que surge após cerca de 10 minutos do fim da última canção creditada. No entanto, a canção pode ser encontrada no single Come As You Are.
Relançamento
Após vinte anos do lançamento oficial, o disco Nevermind será relançado, em 19 de setembro de 2011, com faixas inéditas. Haverá também o lançamento de um DVD contendo um show nunca antes exibido ao público. No CD, estarão também raridades, mixes de músicas e gravações da BBC. A sua publicadora, a Universal, garantiu que, depois do lançamento dos quatro CDs e um DVD, eventos se seguirão. O disco original já vendeu mais de trinta milhões de cópias.
The Dark Side of the Moon (ou pela abreviatura DSotM) é um álbum conceptual de 1973 dos Pink Floyd, que fala sobre as pressões da vida, como tempo, dinheiro, guerra, loucura e morte. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.
É considerado por muitos críticos e fãs dos Pink Floyd como sendo a obra prima da banda, ultrapassando mesmo The Wall. O álbum foi um marco do rock progressivo com músicas que eram bem aceitas pelas rádios comerciais para execução, tais como "Money", "Time", e "Us and them". O álbum é uma ponte entre o blues rock clássico e a nova (na época) música electrónica. No entanto são os tons mais suaves e as nuances líricas e musicais que fazem com que este álbum seja uma obra à parte.
História
Estima-se que 1 em cada 14 pessoas com menos de 50 anos, nos EUA tenha uma cópia deste álbum.
O tema de Dark Side of the Moon terá sido em parte precipitado pela saída de Syd Barrett um dos membros fundadores dos Pink Floyd.[carece de fontes?]
O álbum contém alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e efeitos sonoros existentes à época, incluindo o som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo. Uma versão quadrifónica, foi também editada com uma nova mixagem. Durante as gravações os Pink Floyd desenvolveram novos efeitos tais como gravações em duas pistas das vozes e guitarras (permitindo a David Gilmour harmonizar consigo próprio), vozes dobradas e efeitos inéditos para aquela época, como ecos e separação dos sons entre os canais. Até hoje, Dark Side of the Moon é uma referência para os audiófilos que o usam para testar a fidelidade dos equipamentos de áudio.
Outra característica do álbum são os trechos de diálogos entre as faixas. O Pink Floyd entrevistou várias pessoas, perguntando-lhes coisas relacionadas com os temas centrais do álbum, como a violência e a morte. O roadie "Roger The Hat" aparece em mais que uma ("giv'em a quick, short, sharp, shock…", "live for today, gone tomorrow, that's me…"). A frase no fim do álbum "there is no dark side of the moon really… matter of fact it is all dark" é do porteiro do estúdio Abbey Road, o irlandês Jerry Driscoll. Paul McCartney foi também entrevistado mas as suas respostas foram consideradas demasiadamente cautelosas para serem incluídas
Dark Side of the Moon é o álbum que ficou por mais tempo na Billboard 200, tendo permanecido 795 semanas consecutivas e mais de 1000 semanas no total. pouco mais de 15 anos.[2] O álbum chegou a Nº 1 nos EUA, Bélgica e França, até em 2002, 30 anos após o seu lançamento, foram vendidas nos EUA mais de 400.000 cópias, fazendo do álbum o 200º mais vendido desse ano. [carece de fontes?]Em 2003 mais de 800.000 cópias do híbrido SACD de Dark Side of the Moon foram vendidas apenas nos EUA. [carece de fontes?]"Time", "Money", e "Us and them" foram bastante tocadas nas rádios (sendo o single "Money" um sucesso de vendas também).
Dark Side of the Moon foi editado em "Super Audio Compact Disc" (SACD), com uma mistura de som surround 5.1 DSD a partir das fitas de estúdio de 16 faixas, por ocasião do 30º aniversário do seu lançamento. Tornou-se algo surpreendente o facto de James Guthrie ter sido chamado para fazer a mistura do SACD em vez de Alan Parsons, engenheiro do LP original. Esta edição do 30º aniversário ganhou 4 prémios do "Surround Music Awards" de 2003.[carece de fontes?]
Relação com o filme "O mágico de Oz"
Quando o álbum é tocado simultaneamente com o filme de 1939 The Wizard of Oz (O Mágico de Oz, no Brasil, O Feiticeiro de Oz, em Portugal) ocorrem algumas correspondências entre o filme e o álbum.. Alguns momentos que indicam isso são:
Quando Dorothy está na fazenda e ela olha para o alto, no audio surge barulho de avião.
O som da caixa registradora no princípio de “Money” (dinheiro) aparece exatamente quando Dorothy pisa pela primeira vez a estrada dos tijolos amarelos; que é também o momento em que o filme passa de preto e branco para cores. Outra referência é a aparição da fada dourada;
No momento em que a bruxa do Oeste aparece, é tocada a palavra "black" (preto);
A cena em que Dorothy encontra o espantalho (personagem que alegava não ter cérebro) é acompanhada pela música "Brain Damage" (dano cerebral), e quando a letra da música começa a tocar: "the lunatic is in my head…" (o lunático está na minha cabeça), o espantalho inicia a dançar freneticamente como um lunático;
O bater de coração no fim do álbum ocorre quando Dorothy tenta ouvir o coração do homem de lata;
No momento em que a bruxa do oeste lança uma bola de fogo contra Dorothy e seus companheiros, a música grita "run!" (corra);
No momento que Dorothy encontra Oz, entra a música "Us and Them", soando Us como Oz bem quando aparece a 1a imagem de Oz;
Várias frases das letras contidas nas músicas coincidem com os mesmos atos sendo executados pelos atores no mesmo momento;
A duração da maioria das músicas coincide precisamente com a duração das cenas no filme.
A banda insiste que isso são puras coincidências. Quando este facto começou a vir a público em 1997, despoletou um enorme interesse neste fenómeno. Uma pequena comunidade espalhou-se à volta de vários 'sites' [2] para explorar melhor esta ideia. Quer as correspondências sejam verdadeiras ou imaginadas, alguns fãs do álbum gostam de ver "Dark side of the rainbow", como é chamada muitas vezes esta combinação. A sincronização é conseguida fazendo pausa (de preferência a versão em CD) mesmo no principio e parando a pausa quando o leão da MGM ruge pela terceira vez.
Os membros dos Pink Floyd desmentem qualquer relação entre o álbum e o filme num MTV especial sobre o grupo em 2002. Eles afirmam que não poderia esta relação ser planejada por não poderem reproduzir o filme no estúdio, visto na altura não existirem ainda os videogravadores.
Faixas
LP original de 1973
Lado A
"Speak to Me/Breathe" (Nick Mason, David Gilmour, Roger Waters, Rick Wright) - 3:59
"The Great Gig in the Sky" (Wright, Torry) - 4:48 (originalmente somente por Wright. Cedida parte da autoria a Clare Torry depois da mesma ter exigido parte dos direitos de autor por ter improvisado por cima do famoso instrumental)
Lado B
"Money" (Waters) - 6:24
"Us and Them" (Wright, Waters) - 7:49
"Any Colour You Like" (Gilmour, Wright, Mason) - 3:26
"Brain Damage" (Waters) - 3:50
"Eclipse" (Waters) - 2:06
Shine On (Box Set), reedição do 20º e 30º aniversário
"Speak to Me" (Nick Mason) – 1:13 Instrumental
"Breathe" (David Gilmour, Roger Waters, Rick Wright) – 2:46 Vocais: David Gilmour
"On the Run" (Gilmour, Waters) – 3:35 Instrumental
"Time/Breathe (Reprise)" (Gilmour, Mason, Waters, Wright) – 7:04 Vocais: David Gilmour e Rick Wright
"The Great Gig in the Sky" (Wright, Clare Torry) – 4:48 Vocais: Torry
"Money" (Waters) – 6:24 Vocais: David Gilmour
"Us and Them" (Waters, Wright) – 7:49 Vocais: David Gilmour e Rick Wright
"Any Colour You Like" (Gilmour, Mason, Wright) – 3:26 Instrumental
"Brain Damage" (Waters) – 3:50 Vocais: Roger Waters
"Eclipse" (Waters) – 2:04 Vocais: David Gilmour e Roger Waters
Led Zeppelin é o álbum de estreia da banda inglesa de Heavy rock Led Zeppelin. Foi gravado em outubro de 1968 no Olympic Studios em Londres e lançado pela Atlantic Records em 12 de janeiro de 1969. O álbum foi criado e produzido por todos os quatro integrantes do grupo e estabeleceu a difusão entre blues e rock. A banda também criou um grande número de seguidores e devotados, com suas próprias canções de hard rock e som agradável; para eles uma parte da contracultura em ambos os lados do Atlântico.
Embora inicialmente o álbum tenha sido negativamente recebido pela crítica, foi muito bem sucedido comercialmente e, ao longo dos anos, passou a ser aclamado mundialmente, sendo considerado um dos maiores álbuns de todos os tempos. Em 2003, o álbum ficou na 29ª colocação na Lista dos 500 melhores álbuns de sempre da Revista Rolling Stone. Aparece também na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.
Fundo
Em agosto de 1968, a banda de rock The Yardbirds estava completamente desmantelada. O guitarrista Jimmy Page, único membro da The Yardbirds, ficou com os direitos do nome do grupo e obrigações contratuais para uma série de concertos na Escandinávia. Para sua nova banda, Page recrutou o baixista John Paul Jones, o vocalista Robert Plant e o baterista John Bonham. Em Setembro de 1968, o grupo percorreu a Escandinávia como The New Yardbirds, realizando algum material antigo dos Yardbirds, bem como canções novas como "Communication Breakdown", "I Can't Quit You Baby", "You Shook Me", "Babe I'm Gonna Leave You" e "How Many More Times". Um mês depois eles voltaram para a Inglaterra. Em Outubro de 1968, Page mudou o nome da banda para Led Zeppelin, após uma idéia de Keith Moon (Baterista do The Who) e o grupo entrou no Olympic Studios em Londres para gravar o seu álbum de estréia.
Gravação e Produção
Em uma entrevista de 1990, Page disse que o álbum levou apenas cerca de 36 horas de estúdio (durante um período de algumas semanas) para ser criado (incluindo mixagem), acrescentando que ele só sabia disso devido ao valor cobrado na conta do estúdio.[2][3] Uma das principais razões para o curto tempo de gravação foi de que o material escolhido para o álbum tinha sido bem ensaiado e pré-arranjado pela banda na turnê da Escandinávia do Led Zeppelin em setembro de 1968.[4] Como Page explicou, "a banda tinha começado a desenvolver os arranjos na turnê escandinava e eu sabia qual o som que eu estava procurando. Ele só veio junto com uma rapidez incrível".[5]
Além disso, desde que a banda ainda não tinha assinado o seu contrato com a Atlantic Records, Page e o empresário do Led Zeppelin, Peter Grant, pagaram pelas sessões inteiramente eles mesmos, ou seja, não havia dinheiro da gravadora a perder com o tempo de estúdio excessivo.[6]
9º Ranking Rolling Stone's The 500 Greatest Albums of All-Time
Blonde on Blonde é o sétimo álbum de estúdio do cantor Bob Dylan, lançado a 16 de Maio de 1966.
É primeiro álbum duplo da história do rock (apesar de claramente poder ter sido feito em um) marca uma era em que Dylan, apesar de desinteressado pelo álbum, consegue fortificar seu estilo de letras surreais e um blues com uma levada mais forte. O álbum foi gravado em Nashville, EUA. Blonde on Blondefoi classificado em nº 9 pela revista Rolling Stone na lista dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos.
Faixas do Disco (Todas as faixas por Bob Dylan)
Lado 1
"Rainy Day Women #12 & 35" – 4:36
"Pledging My Time" – 3:50
"Visions of Johanna" – 7:33
"One of Us Must Know (Sooner or Later)" – 4:54
Lado 2
"I Want You" – 3:07
"Stuck Inside of Mobile with the Memphis Blues Again" – 7:05
"Leopard-Skin Pill-Box Hat" – 3:58
"Just Like a Woman" – 4:52
Lado 3
"Most Likely You Go Your Way (And I'll Go Mine)" – 3:30